A banda ‘CPF’ (Cristo Palavra de Fé) é um novo grupo de rock cristão com jovens entre os 14 e os 19 anos que nasceu nas Paróquias do Rossio ao Sul do Tejo e do Pego, concelho de Abrantes.

Segundo avança a agência Ecclesia, a banda ‘CPF’ é um projeto que quer ter “Jesus Cristo e a Sua mensagem” como “tema principal” das músicas do grupo que tem “influências de rock, folck, country, blues.

Com o objetivo de chegar a “todas as camadas etárias mas essencialmente os jovens”, o novo grupo de rock cristão é constituído, essencialmente, por jovens entre os 14 e os 19 anos e quatro que são “os fundadores e mentores”.

O padre Adelino Cardoso, pároco em Rossio ao Sul do Tejo, Pego e Tramagal, na Diocese de Portalegre-Castelo Branco, deu conta que a nova banda de rock cristão passou do “sonho para a realidade” com o concerto de apresentação que decorreu no pretérito domingo, dia 21, na Casa do Povo de S. Miguel do Rio Torto.

O sacerdote apoia a banda ‘CPF’ desde a sua conceção quando o projeto lhe foi apresentado ainda em 2016, tendo revelado que “o envolvimento de jovens nos projetos de Deus”, é um dos temas seus preferidos.

«Ide por todo o mundo e anunciai o Evangelho», é uma das “tarefas” que “Jesus Cristo deixou” e o grupo pretende fazê-lo através da música e realça que se nas canções “estiver a alegria da juventude, certamente vai chegar a muitos mais lugares e pessoas.”

Segundo a informação recebida, o grupo de rock cristão ‘CPF’ (Cristo Palavra de Fé) é constituído por diversas pessoas, desde as vozes, os músicos e a equipa de apoio: Paulo Carneiro;  Cláudia Costa; João Guilherme; Anabela Almeida; Ana Alice; Kevin Segessenmann; João Morgado; Bernardo Pereira; Inês Mendes e a Fernanda Chaves.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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