Câmara de Abrantes aprovou a renovação do Protocolo de Parceria do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral (PNPSO). Foto arquivo: mediotejo.net

A Câmara Municipal de Abrantes renovou o protocolo de parceria no âmbito da saúde oral escolar, que cria as condições para aplicação de selantes de fissura e tratamento dentário a crianças e jovens. No ano letivo transato, das 159 crianças referenciadas previamente, teve como resultado o transporte de 112 alunos à consulta com a Higienista Oral, o que corresponde a uma taxa de adesão de 70%, informou a autarquia.

O protocolo de parceria do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral (PNPSO) foi renovado para o ano letivo de 2022/2023, de acordo com a informação presente ao executivo na reunião de 6 de outubro. Trata-se de um programa preventivo que tem a finalidade especifica de contribuir para reduzir os níveis de cárie dentária na dentição permanente dos adolescentes.

Desde o ano letivo 2008/09 que o ACES – Agrupamento de Centros de Saúde do Médio Tejo, através do Centro de Saúde de Abrantes, em parceria com o Município e os dois agrupamentos escolares do concelho, assegura o acesso do PNPSO a alunos das escolas EB1, através do protocolo para aplicação de selantes de fissura e tratamento dentário, no âmbito da saúde oral escolar.

Com vontade expressa das partes envolvidas, o protocolo tem vindo a ser renovado ao longo dos anos, sempre com resultados positivos. No âmbito do protocolo, compete à Câmara Municipal assegurar o transporte das crianças, sendo que em alguns casos o mesmo é realizado pelas juntas de freguesia, através de contratos interadministrativos, na vertente dos transportes escolares.

No ano letivo transato, das 159 crianças referenciadas previamente, teve como resultado o transporte de 112 alunos à consulta com a Higienista Oral, o que corresponde a uma taxa de adesão de 70%.

O gabinete de saúde oral da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Abrantes funciona no Centro de Saúde de Alferrarede.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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