Centro Histórico da cidade de Abrantes. Créditos: CMA

A Câmara Municipal de Abrantes, em consórcio com a Associação Comercial e Empresarial, viu ser aprovada uma candidatura submetida ao aviso “Bairros Comerciais Digitais”, do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A candidatura aprovada assegura um financiamento total de 677.666,57 €, sendo que o projeto Bairro Comercial e Digital (BCD) de Abrantes terá uma duração de três anos.

A informação foi confirmada em reunião de Câmara do dia 9 de janeiro, pelo presidente de Câmara, Manuel Jorge Valamatos, que referiu que este projeto “tem como objetivo central acelerar o processo de modernização e transformação digital dos modelos de negócio dos operadores económicos com vista a ampliar a visibilidade e capacidade competitiva do ecossistema empresarial e comercial do centro histórico de Abrantes junto do mercado e a afirmação de novos fatores de atratividade e centralidade urbana”.

Entre as medidas enunciadas, o projeto prevê “reforço da oferta de serviços comuns de conectividade wi-fi; instalação e manutenção tecnológica de centros de informação digital; desenvolvimento e gestão do portal do BCD; desenvolvimento e gestão de aplicações móveis; instalação e manutenção tecnológica do centro de dados do BCD; monitorização de fluxos de consumidores e outros city-users; instalação de smartlockers; gestão inteligente do estacionamento; contratação de gestor do BCD”, destaca a autarquia.

Refira-se que o Plano de Recuperação e Resiliência tem particular incidência na transformação e transição digital, enquadrando no Programa Comércio Digital, o projeto dos Bairros Comerciais Digitais.

Segundo a Direção-Geral das Atividades Económicas, a iniciativa procura “promover a digitalização da economia, através da adoção tecnológica por parte dos operadores económicos e pela digitalização dos seus modelos de negócio, sustentada na modernização dos modelos de gestão territorialmente entendidos”.

Com enquadramento financeiro em dotações específicas, estende-se a outras áreas como a promoção da coesão territorial destes espaços através da sua digitalização, incluindo a sua harmonização urbanística e conectividade.

Entre os desafios consta “melhorar a experiência de consumo pela integração de soluções digitais, bem como alavancar digitalmente os modelos de negócio, aumentar as competências digitais dos trabalhadores desses setores e estimular o empreendedorismo de base digital nas áreas do comércio e dos serviços”.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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