Clube de Caçadores inaugura nova sede em Arreciadas, Abrantes. Foto: CMA

O Clube de Caçadores Reunidos de Arreciadas já inaugurou a sua nova sede, num espaço que resulta da requalificação das antigas instalações da Escola Primária desta aldeia do concelho de Abrantes.

A inauguração decorreu no sábado, 30 de julho, e surge na sequência da assinatura do protocolo entre o Município de Abrantes e o Clube de Caçadores, em janeiro deste ano, para a cedência das antigas instalações da Escola Primária de Arreciadas, tendo o momento contado com a presença do presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, do presidente da União de Freguesias de S. Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo, Luís Valamatos, e do presidente da direção do Clube, João Monteiro, entre outros sócios e convidados.

“Estas instalações são espaços públicos que é importante que sejam revitalizados, que ganhem vida e que não fiquem ao abandono”, disse, na ocasião, Manuel Jorge Valamatos, citado em nota de imprensa, tendo destacado a importância do movimento associativo na dinâmica das aldeias do concelho e o papel importante que as associações de caçadores têm na conservação da natureza e que podem ter no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) do concelho de Abrantes.

João Maria Lopes Monteiro, presidente da direção do Clube de Caçadores Reunidos de Arreciadas, destacou o trabalho de recuperação feito pela associação nos últimos meses salientando que “com a ajuda de cada um, o trabalho foi feito” e salientou o apoio dado pela União de Freguesias de S. Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo neste processo.

Por sua vez, o presidente da União de Freguesias, Luís Valamatos, enalteceu “o trabalho extraordinário” que foi feito na recuperação do antigo edifício da Escola Primária de Arreciadas e destacou a aposta que o Município tem feito na cedência de instalações ao movimento associativo.

Clube de Caçadores Reunidos de Arreciadas inaugurou a sua nova sede numa antiga escola primária. Foto: CMA

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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