Nos dias 22,23 e 24 de setembro vai realizar-se a tradicional Feira do Petisco, na freguesia do Pego. Foto: CMA

A Câmara de Abrantes aprovou em reunião de executivo conceder apoios financeiros de 3.500 euros para a realização de três eventos a realizar em Fontes, com a Festival de Doçaria e Artesanato, em Mouriscas, para a Feira Mostra de Artesanato e Gastronomia, e em Pego, com a tradicional Feira do Petisco.

Os apoios financeiros foram aprovados por unanimidade e o valor varia consoante o evento, sendo que o X Festival Doçaria e Artesanato do Norte do Concelho, a realizar em Fontes, vai receber 1.500 euros.

O certame realiza-se em regime de rotatividade nas freguesias do norte do concelho (Aldeia do Mato e Souto; Carvalhal; Fontes; Martinchel e Rio de Moinhos) e este ano será realizado na freguesia de Fontes, entre os dias 14 e 16 de julho.

Festival de Doçaria e Artesanato realiza-se em julho, em Fontes. Foto: CMA

O executivo municipal aprovou, por unanimidade, na reunião de 15 de junho, a atribuição de apoio à Junta de Freguesia de Mouriscas, no valor de 1.000,00€, no âmbito da organização da 29ª Feira Mostra de Artesanato e Gastronomia de Mouriscas, evento que se realiza no fim de semana próximo ao feriado do 15 de agosto.

Para lá da realização de eventos culturais e desportivos, o certame inclui animação para as crianças, a presença de expositores demonstrativos da dinâmica cultural, associativa, económica e desportiva da freguesia, a par da gastronomia tradicional – das migas às passas fritas, passando pela aguardente de figo -, e a tradicional festa religiosa do 15 de agosto, dia da romaria de Nossa Senhora dos Matos.

29ª Feira Mostra de Artesanato e Gastronomia de Mouriscas realiza-se em agosto. Foto: CMA

Também a realização da Feira do Petisco no Pego vai ser apoiada com 1.000,00€. O evento gastronómico realiza-se nos dias 22,23 e 24 de setembro, organizado pela Junta de Freguesia, com o envolvimento das associações locais que apresentam os tradicionais petiscos da terra, bem como alguns artesãos pegachos.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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