Entrada na Quinta do Bom Sucesso, em Alferrarede. Foto: Casa Anadia

O azeite Casa Anadia Tributo – Galega, de Abrantes, foi galardoado com medalha de Ouro no Prémio Património Português – Galega, no âmbito da Feira Nacional da Olivicultura, destacando o melhor azeite monovarietal assente na categoria Galega, a variedade tipicamente portuguesa.

“O Azeite Casa Anadia Tributo – Galega foi precisamente a forma que a marca encontrou para homenagear não só a variedade mais portuguesa de todas, mas também a sua história e a história de todas as famílias que ao longo dos séculos trabalharam os olivais e esta variedade no país inteiro. Receber este prémio é, por isso mesmo, um orgulho para nós que mantemos a tradição viva”, refere a marca em comunicado, através de David Magarreiro, responsável de marketing e comercial da Casa Anadia.

Os azeites Casa Anadia são “marcados pelo clima local, perfeito para a produção de azeites de alta qualidade”, sendo que a empresa trabalha com processos de produção diferenciadores aliados à experiência centenária para alcançar “os melhores e mais nobres azeites virgem extra, frescos, frutados e com uma acidez mínima”.

O Azeite Casa Anadia, marca da produção olivícola com sede na Quinta do Bom Sucesso, em Alferrarede, concelho de Abrantes, é herdeiro e prossecutor de uma antiga tradição que remontará ao séc. XVII, época da construção do antigo solar com capela ali localizado na quinta, cuja história se funde com a da cidade de Abrantes.

Recorde-se que a Casa Anadia abriu recentemente as portas da Quinta do Bom Sucesso ao público, disponibilizando visitas guiadas com programas de Olivoturismo, onde é possível viver e experienciar a sua história e provar os azeites ali produzidos pela marca.

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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