Bombeiros de Abrantes abrem inscrições para cursos RVCC

Os Bombeiros das corporações do Médio Tejo vão ter oportunidade de frequentar os cursos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) nas vertentes académicas e profissionais. A iniciativa é da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Abrantes (AHBV) que, enquanto Entidade Formadora Certificada, estabeleceu uma parceria com a Competir-Formação e Serviços SA (Torres Novas) e com o Instituto Vaz Serra, Sociedade de Ensino Cultura e Recreio (Sertã) com o objetivo de promover os cursos de RVCC em todas as suas vertentes.

O RVCC Académico reconhece e valida saberes e competências adquiridas ao longo da vida, atribuindo ao adulto uma certificação de nível básico ou secundário. Dará equivalência ao 9º ou ao 12º anos de escolaridade. Este curso decorrerá nas instalações da AHBV de Abrantes e será assegurado pela Competir, em horários a combinar com a instituição.

O RVCC Profissional tem como objetivo a melhoria dos níveis de certificação profissional dos adultos com 18 ou mais anos de idade que não possuem qualificação na sua área profissional, numa perspectiva de aprendizagem ao longo da vida.

Neste sentido serão realizados dois cursos, um de Nível II e outro de nível IV, de acordo com o Quadro Nacional de Qualificações.

O de Nível II será o de Bombeiro/a (carteira profissional) e tem como requisitos o 9º ano de escolaridade feito. O de Nível IV srá o de Técnico de Proteção Civil (carteira profissional ) e os requisitos serão o 12º anos completo.

Estes cursos decorrerão nas instalações da AHBV de Abrantes ou do Instituto Vaz Serra, na Sertã, nos horários ainda a acordar com a instituição.

As incrições poderão ser feitas no Quartel dos Bombeiros de Abrantes, no Departamento de Formação, ou através do email formacao@bvabrantes.pt.

O inicio dos cursos será a partir do dia 1 de outubro, uma vez que até lá os Bombeiros encontram-se no combate aos incêndios e cumprindo Fase Charlie, o período mais critico termina a 30 de setembro.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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