A ASAE vai estar em Abrantes para uma sessão de esclarecimento a produtores e artesãos dos concelhos de Abrantes, Constância e Sardoal. Foto: DR

Com o intuito de sensibilizar e esclarecer os produtores locais e artesãos de Abrantes, Constância e Sardoal sobre os requisitos legais para a sua atividade económica, a TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior está a organizar uma sessão de esclarecimentos para dia 4 de março, às 18:00, na sua sede, em Abrantes (espaço do antigo GAT).

Esta iniciativa é gratuita e dirige-se aos pequenos produtores agroalimentares e artesãos. A sessão, com duração de cerca de hora e meia a duas horas, irá abordar questões como a rotulagem dos géneros alimentícios de produção artesanal, licenciamento das instalações de produção, letreiros e dísticos a afixar em função da modalidade de venda praticada, entre outros.

A sessão contará com a presença da entidade nacional que tem por missão a fiscalização e prevenção do cumprimento da legislação reguladora do exercício das atividades económicas, a ASAE. Para participar nesta formação, deve ter intenção ou já ter atividade aberta na área dos produtos agroalimentares ou do artesanato num dos concelhos de intervenção da TAGUS – Abrantes, Constância ou Sardoal – e inscrever-se através do sítio na Internet em www.tagus-ri.pt.

Esta pequena sessão de esclarecimentos sobre requisitos legais, na sede da TAGUS, no antigo edifício do GAT, está integrada na estratégia territorial da Associação de Desenvolvimento Local, de valorização e promoção do que é produzido no Ribatejo Interior.

A mesma decorre no âmbito do DLBC Rural (Desenvolvimento Local de Base Comunitária), através do eixo Reforçar a capacitação institucional das entidades regionais (CAPACITAR), do Programa Operacional Regional do Centro (CENTRO2020), incluído no Portugal 2020, e cofinanciado pelo Fundo Social Europeu.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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