No 13º Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos, realizado no passado dia 24 de março, no Pavilhão Multiusos de Guimarães, os 22 alunos de Abrantes que integraram a comitiva (13 do 1º CEB e 3 do 2º, do 3º e do Secundário) alcançaram um terceiro lugar, dois quartos, um quinto, um sexto e um sétimo lugar, entre 1500 participantes de 360 instituições de ensino de todo o país.

Inúmeros alunos do Agrupamento Nº 2 de Abrantes, de todos os níveis de ensino, têm participado em diversas competições de Matemática, a nível nacional, com resultados francamente positivos, e esta edição veio comprovar que os alunos de Abrantes não deixaram os seus créditos em mãos alheias.

No Concurso Matemático Pangea, 12 alunos da Escola Dr. Manuel Fernandes e 7 da Escola da Chainça foram apurados para a final, por se terem classificado entre os 100 melhores do país (zona Sul) na 1ª eliminatória do concurso, que envolveu alunos do 3º, 4º, 5º, 6º e 7º Ano de escolaridade. A final nacional vai ser disputada a 8 de abril, em Almada, na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

E como não há “duas sem três”, o Manuel Madelino, do 7º ano, depois de se ter consagrado no ano passado campeão nacional de Jogos Matemáticos (no Jogo do Avanço), este ano foi apurado, na categoria Júnior, para a Final Nacional das XXXV Olimpíadas da Matemática, que decorrerá entre 5 e 8 de abril em Viseu.

Em nota de imprensa,o Agrupamento de Escolas nº 2 de Abrantes refere que “estes resultados refletem uma aposta clara do Agrupamento no sentido da promoção do gosto pela Matemática, desde os primeiros anos de escolaridade, que se tem vindo a desenvolver com números cada vez mais elevados de alunos participantes”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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