Pavilhão desportivo da Nabância. Foto: DR

A Câmara Municipal de Tomar aprovou na reunião pública de dia 25 de maio o início do procedimento de contratação da empreitada de adaptação e requalificação do edifício da Nabância, localizado na Rua José Raimundo Ribeiro. Aquele edifício, um dos mais antigos da cidade, é partilhado por diversas associações e instituições, e precisa de regularização em termos físicos, até por cumprimento das exigências legais. A empreitada tem um preço base de cerca de 331 mil euros com período de execução previsto de 365 dias.

O projeto já fora aprovado em reunião anterior, e prevê uma intervenção de manutenção do edifício. Hugo Cristóvão, vice-presidente da CM Tomar, lembrou a antiguidade do espaço, bem como a cedência partilhada do espaço a várias entidades, frisando tratar-se de “um edifício único” e que teve sempre um café que é concessionado.

“No mandato anterior, tentámos o mais possível regularizar essas situações de cedência às IPSS, entre as quais a Cáritas e Cruz Vermelha, e associações como Ginásio Clube de Tomar e União de Tomar, havendo um espaço que será cedido à CPCJ após as obras estarem concluídas”, disse o vereador, notando que apenas faltava regularizar “a parte física”.

“Os espaços foram sendo subdivididos e já não respeitam a legislação em vigor, nomeadamente a questão das acessibilidades ou do Plano de Salvaguarda contra Incêndios. Ou mesmo a própria cobertura da parte de ginásio desportivo, que é toda em fibrocimento, fazendo parte do projeto a sua substituição”, fez notar.

O ponto foi aprovado por unanimidade, com a vereadora Célia Bonet (PSD) a não participar na votação, sendo presidente da direção da Cáritas de Tomar, uma das instituições que usufruem do espaço da Nabância.

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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