Exército tem novo porta-voz e Fausto Campos assume Batalhão de Comando e Serviços. Foto: BrigMec

O Tenente-Coronel de Infantaria Fausto Ferreira de Campos é o novo responsável pelo Batalhão de Comando e Serviços do Campo Militar de Santa Margarida, em Constância, tendo sido ainda anunciado que o Tenente-Coronel de Engenharia João Bento é o novo porta-voz do Exército.

A cerimónia de transferência de comando do Batalhão de Comando e Serviços do Campo Militar de Santa Margarida, do Tenente-Coronel de Administração Militar João Miguel Correia da Silva Tavares para o Tenente-Coronel de Infantaria Fausto Ferreira de Campos, decorreu na sexta-feira, 12 de agosto, no Campo Militar de Santa Margarida.

Presidiu à cerimónia o Comandante da Brigada Mecanizada, Brigadeiro-General Sérgio Augusto Valente Marques.  Após a assinatura do Termo de Posse de Comando, o Comandante do Campo Militar de Santa Margarida fez a entrega do Estandarte Heráldico da Unidade ao novo Comandante.

O Tenente-Coronel de Infantaria Fausto Ferreira de Campos assume comando do Batalhão de Comando e Serviços. Foto: BrigMec

O Comandante da BrigMec reconheceu a excelência da liderança do Comandante cessante e endereçou ao novo Comandante votos das maiores felicidades e sucesso nesta muito relevante missão.

João Reis Bento é o novo Porta-Voz do Exército

O Tenente-Coronel de Engenharia João Bento assumiu, a 08 de agosto, a função de Porta-Voz do Exército, sucedendo no cargo à Tenente-Coronel de Engenharia Ana Silva.

João Reis Bento, 41 anos, natural de Lisboa, Ingressou na Academia Militar em 1999, é mestre em Engenharia Militar e concluiu em 2019 o Curso de Estado-Maior Conjunto, no Instituto Universitário Militar.

João Reis Bento é o novo Porta-Voz do Exército. Foto: Exército

Ao longo da sua carreira, João Bento desempenhou funções técnicas como Engenheiro Militar, funções de comando na componente operacional, funções de Estado-Maior e funções de docente no Instituto Universitário Militar.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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