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“Perdoamo-nos porque…”

Depois de ler a crónica, mais uma vez brilhante, do Miguel Esteves Cardoso, que termina com as frases“A culpa e a vergonha são inteiramente nossas”“Vou acabar por ver, claro, mas não só não me desculpo, como tenho pena de ser assim”refleti que nós, os “comuns mortais” que também temos consciência, arranjamos desculpas mais ou menos aceitáveis […]